quinta, 06 de maio de 2021
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BRASIL PARALELO
Artigo

UM PLANO CONTRA O BRASIL.

20 março 2021 - 23h44Por Paolo Zanotto Lucília Coutinho

Caros leitores. Tomo a liberdade de fazer uma introdução ao artigo como forma de apresentação para que o conteúdo seja melhor compreendido.

Nesta semana que se encerra, observemos que o Ministro da Saúde Eduardo Pazuello, um grande General que conduziu a frente de batalha no momento mais critico, esteve indubitavelmente  cercado por assessores mercenários e traidores da tropa. Considerem os amigos leitores do nosso jornal, que dentre tantos absurdos e impossíveis de crer, uma carga com vacinas que deveria chegar ao Estado do Amazonas, foi para o Estado do Amapá.

Ou os nomes são idênticos a ponto de confundir, ou houve clara sabotagem com a intensão de causar sempre mais e maiores prejuízos à imagem do Gestor do Ministério da Saúde, a fim de que a saída do mesmo fosse acelerada para atender aos anseios do famigerado CENTRÃO.

O mesmo grupo politico do qual faz parte o Presidente da Câmara Federal Artur Lira (o amigo da onça), membro do partido de Ronaldo Caiado, hoje desafeto de Bolsonaro e amigo pessoal e paciente da indicada por Lira para substituir Pazuello; Ludhmilla Hajjar, que há um ano atrás assinou um documento falso no Ministério da Saúde a e que anos atrás cantava AMOR ILOVE YOU para Dilma.

Silvio Rodrigues

 

SEGUE O ARTIGO

Desonestidade e Conspiração política disfarçados de "Estudo Científico", estão aniquilando a população que mais precisa de socorro.

Algo me intrigava pela recusa do governo federal ao nome de Ludmila Abrahão Hajjar, médica cardiologista, da USP e comecei a ler toda a literatura científica disponível.

Mergulhei então na pesquisa do mecanismo da doença e no mecanismo de ação da Cloroquina e da Hidroxicloroquina. (Estudo aplicado em pacientes em Manaus-Amazonas). E não é que havia muitas evidências científicas antigas e consagradas do uso da medicação pra doenças virais ?

Mas algo chamou atenção. A insistência do Ministério da Saúde, na época em desautorizar a droga. Pior ainda foi quando começaram a fazer isso usando como referência o estudo fatídico do Amazonas.

Porque a estranheza

Quando usa a Cloroquina, por exemplo, para Malária, mesmo nas formas graves, o protocolo é de 4 comprimidos de 150 mg (600 mg no total), nos três primeiros dias e depois baixamos as doses. Nunca usamos uma dose tão alta e nem sustentada. O tratamento dura em geral 14 dias com doses que vão baixando de 300mg e 150 mg nos próximos dias. Pois bem, fiquei intrigado com a loucura de um estudo com este desenho, autorizado pelo Conselho de Ética. Mas no estudo havia um fato curioso, qual não foi a surpresa ao constatar que o número do CONEP citado no estudo era inexistente.

Pois bem, não fui só eu quem percebeu isso e outros perceberam.

Houve uma veiculação de reportagem nacional, onde um médico afirmava que aquele estudo se quer tinha uma autorização para ser realizado. Mas minha mente e minha intuição me apontavam as "Evidências de um CRIME." E na verdade era.

 Quem era a assessoria de comunicação do Ministério da Saúde

Ugo Braga, (conhecido militante do PCdoB), inclusive envolvido em escândalo na renovação de contrato bilionário feita pelo Ministro da Saúde, Henrique Mandetta. Mas esperem aí, quem eram "OS PESQUISADORES" que assinavam o estudo? Marcos Vinícius Guimarães de Lacerda, (médico e militante político da esquerda) ligado à Fiocruz.  AGORA, adivinhem quem foi a cardiologista que assinou seu nome no estudo. Ludhmilla Abrahão Hajjar, (médica e militante da esquerda e médica particular de Ronaldo Caiado).

Essa que se apresentou para ser MINISTRA DA SAÚDE, e indicada pelo congresso e que foi rejeitada pelo governo federal e claro, dada a oportunidade de dizer que não quis ser MINISTRA. Senhores, se isso não foi uma conspiração e um crime contra a vida e de ordem política, eu nem sei mais o que é crime contra a vida e contra a nação.

Resumindo

A médica Ludhmila Abrahão Hajjar, que era cotada para substituir o ministro Eduardo Pazuello, na Saúde, é uma das responsáveis por estudo com alta dose de cloroquina que terminou com a "MORTE de 11 PACIENTES" em Manaus - Amazonas.

Apesar de a bula do remédio indicar que a quantidade máxima indicada para seres humanos seria de 25 mg por quilo do paciente em 24 horas, não podendo ultrapassar 600 mg por dia e nem mais de 1.500 mg em três dias, a pesquisa utilizou 1.200 mg por dia em dez dias - 12g do remédio, em 81 pacientes hospitalizados - NÃO NA FASE INICIAL DA DOENÇA".

O médico infectologista Marcus Vinícius Guimarães de Lacerda, responsável pelo estudo, disse que seguiu estudo similar da China, com algumas diferenças: ao invés de 1.000 mg de hidroxicloroquina por dia, usou 1.200 mg de cloroquina. O infectologista, no entanto, não apresentou o estudo da China e nem conseguiu provar que a cloroquina tem toxicidade similar à da hidroxicloroquina.

Sobre a alta dose utilizada, ele disse que a dose prevista na bula era para Malária, não para Covid, e que era "PRECISO MOSTRAR QUE ISSO SERIA INSEGURO PARA O COVID"...

O que a polícia, o MP, a imprensa e todos precisam saber.

O assunto cloroquina , hidroxicloroquina esteve na mídia recentemente e recebeu tratamento de partida Fla x Flu. Algo me intrigava como médico e comecei a ler toda a literatura científica disponível.

 

A insistência do MS em desautorizar a droga.

Pior ainda foi quando começaram a fazer isso usando como referência o estudo fatídico do Amazonas. Vou lhes explicar o porquê.  A primeira estranheza foi o MS e a imprensa inteira começar a usar tal estudo como referência dos malefícios da cloroquina. Um pequeno adendo , a cloroquina é mais velha e mais tóxica que a Hidroxicloroquina. Mas no estudo do Amazonas foi ela mesma quem foi usada.

Mas sigamos com minhas interrogações e observações pra que acompanhem meu raciocínio como médico. A dose usada no estudo foi de 900 e 1200 mg por dia durante dez dias consecutivos. O que acarretou muitos efeitos colaterais e 11 mortes.

Mas aí fiquei curioso, porque usaram essa dose tão alta? Como o CONEP autorizou um estudo como esse com dose tão alta?

Pois bem, fiquei intrigado com a loucura de um estudo com este desenho, autorizado pelo Conselho de Ética em Pesquisa. E li o artigo que fora publicado no dia 07/04.

Mas no estudo havia um fato curioso, qual não foi a minha surpresa ao constatar que o número do CONEP citado no estudo era inexistente. Dei print da tela. Pois bem, não fui só eu quem percebeu isso, outros perceberam. E houve uma veiculação de reportagem no UOL, onde um médico afirmava que aquele estudo sequer tinha autorização para ser realizado. Qual não foi minha surpresa ao perceber que mais gente tinha visto o que vi.

Entretanto comecei a ficar realmente intrigado quando soube quem havia entrado em contato com o UOL, como era citado na reportagem e dizia que o número do CONEP existia sim! Que aquilo era um engano. Pois bem, nada mais, nada menos que a *Assessoria de Comunicação do Ministério da Saúde. Mas algo me deixou mais perplexo ainda, o número do CONEP era de data posterior à publicação do estudo. Pra quem não entende o que isso significa vou explicar: Você nunca pode começar a fazer experiências com humanos sem uma autorização do CONEP.

Onde já se viu número de autorização do estudo com data superior à publicação? Aí fiquei ainda mais perplexo, seria possível? Já não podia crer na intencionalidade de atos tão vis, queria acreditar que tudo não passava de um engano, de um estudo mal sucedido. Mas minha mente e minha intuição me apontavam as evidências de um CRIME. E fiquei curioso e pensativo.

Se eu fosse o cientista do estudo seria o primeira a correr pra me defender. Se eu fosse o CONEP seria o primeiro a dizer, não, não houve autorização do órgão competente para esse assassinato! A não ser, que... Mas, peraí, porque foi a assessoria de comunicação do MS quem ligou pro UOL pra dizer que havia sim um número no CONEP e acabou por oferecer a prova de uma tentativa de encobrir um absurdo? Alto lá!

Recapitulando

Quem era a assessoria de comunicação do MS?  UGO BRAGA conhecido militante do PCdoB, inclusive houve escândalo recente de sua renovação de contrato bilionário feita por Mandetta. Mas esperem aí, quem eram OS PESQUISADORES que assinavam o estudo? Marcos Vinícius Guimarães de Lacerda, médico e militante político da esquerda ligado à Fiocruz. Os pesquisadores idem. E pra completar... Adivinhem quem foi a cardiologista que colocou seu nome no estudo? Ludhmilla Hajjar, médica de Caiado.

Senhores, se isso não foi uma conspiração e um crime contra a vida e de ordem política, eu nem sei mais o que é crime contra a vida e contra a nação.

TODOS OS BRASILEIROS PRECISAM SABER DISSO

 

Da Timeline do Dr. Paolo Zanotto Lucília Coutinho. O Autor deste texto é Professor da USP e reconhecido pesquisador da FAPESP.