quinta, 06 de maio de 2021
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Uma "picadinha" não dói

Tomar ou não tomar a "picadinha"?

22 dezembro 2020 - 20h10Por Reinaldo Valverde Pereira

     Desde o início do ano quando o “coronga vírus” começou a se espalhar pelo mundo e a “fraudemia” foi decretada surgiram “salvadores da pátria” nos “quatro cantos” do planeta terra, com suas soluções miraculosas baseadas nos fantásticos estudos dos “ispesilaistas” com base na “siêsia”, se no discurso mostravam-se medidas milagrosas na prática se revelaram um grande fiasco, sobretudo porque muitas dessas eram e são impraticáveis.

     O “trancamento social” ou prisão domiciliar, mais conhecido como “fique em casa” foi uma medida extremamente ridícula, não tendo eficácia alguma, muito pelo contrário foi destrutiva, tendo diversos efeitos colaterais, levando as pessoas a pobreza e a miséria, nos quais muitos estão até então vivendo em situações precárias, dependentes do auxílio emergencial e da ajuda humanitária de parentes, amigos, igrejas e outros.

    Aliás os efeitos colaterais é o maior receio das pessoas contrárias a “picadinha” compulsória, ninguém em sã consciência seria contra a “picadinha”, mas é preciso ter o mínimo de segurança. Relatórios por aí (sem comprovação de veracidade) tem dado conta de que as vacinas em testes estão com eficácia acima dos 95%, mas essa não é a questão, muitos voluntários já estão sofrendo por situações adversas, agora imagine esses efeitos no caso de uma vacinação em massa.

     Mesmo diante dos avanços tecnológicos é preciso reconhecer que certas etapas do processo científico obedecem a um determinado padrão que não é possível acelerar, sob pena dos efeitos colaterais a médio e longo prazo serem piores do que a própria doença. Várias notícias dão conta dos inúmeros problemas já ocorridos com os voluntários que aceitaram tomar uma “picadinha” em fase de testes a ponto de os laboratórios incluírem nos protocolos de venda uma cláusula se isentando de possíveis efeitos colaterais, isso é praticamente uma confissão de culpa. Isso porque a vacina tem sido liberada de forma emergencial sem a conclusão de todos os testes, sobretudo aqueles de longo prazo.

    Diante dessas situações o que se pede sobre a “picadinha” é que as pessoas sejam devidamente avisadas e que cada um por sua conta e risco assuma as consequências de tomarem ou não a famosa “picadinha”, o risco é claro, mas as pessoas precisam contrabalancear e avaliar cada um com suas particularidades e tomar sua decisão. Essa deve ser uma ação pessoal e não uma decisão dos “intocáveis” e “sábios” deuses do judiciário.

    O que estamos vendo de fato são os governadores correndo contra o tempo, não para salvar vidas como eles falam, mas sim para fazer a melhor negociação e pegar a comissão, como aconteceu no início da "fraudemia" no qual diversos governadores e prefeitos estão sendo investigados pela Policia Federal, suspeitos de fraudes na compra de respiradores e hospitais de campanha que nunca foram usados. No final o que está acontecendo não é uma luta para salvar vidas, mas uma luta para encher os bolsos.

    Estamos cheios de supostos “heróis”, mas que na verdade tem mais atrapalhado do que ajudado, com suas loucuras, “heróis de meia tigela”, o que falta de competência e bom senso sobre em corrupção, se depender de muitos governadores e prefeitos essa pandemia será prorrogada até o ano 3000, pois está dando muito lucro para eles.

 

Reinaldo Valverde Pereira, o professor Valverde detém os cursos de Licenciatura em História e Bacharel em Teologia, possui ainda formação profissionalizante em Jornalismo Digital e é autodidata em empreendedorismo. É Entusiasta do Conservadorismo e do Liberalismo Econômico. Dispõe de uma vasta experiência em docência com passagens pelo ensino fundamental, médio e educação de jovens e adultos. Atuou como professor da Rede Privada de Salvador e atualmente é professor da Rede Estadual de Sergipe, além de escrever periódicos, sendo colunista de vários portais de notícias de todo o Brasil escrevendo sobre diversos temas.

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