sábado, 08 de maio de 2021
POR MOTIVO BANAL

Jornalista afirma ter sido agredida por motorista de aplicativo, em Manaus

Pelas redes sociais, ela denunciou que o fato aconteceu logo após ela entrar no carro

25 dezembro 2019 - 20h27Por Fabrício Cavalcante

MANAUS/AM- A jornalista Andreza Jorge, 41 anos, afirma que foi agredida, na noite desta terça-feira (24). O agressor, segundo ela, é um motorista de aplicativo, da qual solicitou corrida. Segundo Andreza, ela solicitou a corrida por volta de 20h; a vítima afirma ter estranhado quando o motorista alegou ter entrado por uma portaria que não existe, no Condomínio Jardim Versalhes, no bairro Planalto, zona centro-oeste de Manaus. A jornalista disse ainda que foi para lá ficar na companhia da irmã.

“Eu solicitei ao porteiro que anotasse a placa do carro que veio me buscar, só por precaução. Entrei no carro e o motorista perguntou se eu não confiava nele. Expliquei que era pra minha segurança, como a empresa de aplicativo orienta”, relatou Andreza. A discussão ocorreu dentro do veículo, na Avenida Desembargador João Machado. Ao chegar a um posto de gasolina, o motorista parou o carro e pediu para a passageira descer.

De acordo com Andreza, aí aconteceu a agressão. A jornalista disse ter levado dois socos do homem. Após a agressão, o motorista entrou no carro e partiu.

Ela foi ao 10º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde fez um Boletim de Ocorrência (BO); e já está sendo orientada por um advogado. Ela enviou a denúncia à empresa, mas ainda não recebeu resposta. Nesta quarta-feira (25), Andreza postou o relato em uma rede social com a foto e o nome do motorista acusado de agressão.

Em nota, a Uber afirma que identificou contradições nos relatos do acusado e da passageira, e as contas de ambas foram suspensas até que a investigação esclareça o que ocorreu de fato. “A Uber lamenta o caso e considera inaceitável o uso de violência. Esperamos que motoristas parceiros e usuários não se envolvam em brigas e discussões e que contatem imediatamente as autoridades policiais sempre que se sentirem ameaçados”, recomendou a empresa.