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Camelôs fazem manifesto em frente a ALEAM pedindo abertura e volta às atividades

11 fevereiro 2021 - 14h32Por Silvio Rodrigues

Trabalhadores Camelôs fizeram na manhã desta quinta-feira-feira (11), uma manifestação pelo direito de poderem voltar trabalhar nos espaços reservados a este tipo de comércio na cidade. O ato acontece em frente à Assembleia Legislativa do Amazonas – ALEAM.

Segundo o Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), com o fechamento total do comercio e a suspensão das atividades, muitos pais e mães de família estão em estado de necessidade extrema. “não temos de onde tirar o sustento de nossas famílias, estamos passando fome, sendo ameaçados de corte de agua e luz, IPTU chegando e muito caro, outros impostos para pagarmos sem sequer o que comer; é muita maldade desses governos (Estado e Munícipio). Ninguém nos oferece o mínimo para sobreviver, estão precisamos urgentemente voltar ao trabalho”. Destacou José Maria Souza, manifestante.

Durante o ato, houve tentativa de impedimento por uma guarnição da Policia Militar, por ordem do coronel Auzier que disse aos manifestantes que não poderiam estar ali e com carro de som. Houve resistência e protestos até a chegada de outro oficial que conversou com os manifestantes e contornou a situação.

O grupo exigia a saída do Governador Wilson Lima com faixas e cartazes e também pedia para que a Direção da ALEAM os recebesse em comitiva, o que foi atendido pelo Presidente da Casa, Deputado Roberto Cidade.

O MUCA também convidou órgãos de trabalho e direitos humanos da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM) para  ajudar na negociação do retorno ao trabalho o mais rápido possível.

A manifestação contou com a distribuição de máscaras e álcool em gel no local e teve  o objetivo de denunciar a situação e sensibilizar a sociedade sobre a necessidade que os camelôs têm de trabalhar no contexto da pandemia e com o fim do auxílio emergencial.

Após a entrada da comitiva, os demais permaneceram estacionados na frente da ALEAM e até o fechamento desta matéria, não tivemos mais informações.