sábado, 08 de maio de 2021
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‘Estou aguardando o povo dar uma sinalização’, diz Bolsonaro sobre situação crítica do país

15 abril 2021 - 10h35Por Brehnno Galgane - Canal Terça Livre

O presidente da República, Jair Bolsonaro, em conversa com apoiadores nesta quarta-feira (14), reconheceu que, com as medidas de lockdown, o Brasil chegou no seu limite, e que aguarda um sinal da população para poder agir.

“O que eu falei em março do ano passado? Aquela política ‘fica em casa e a economia a gente vê depois’, estão vendo? Quero saber se a imprensa agora vai culpar os verdadeiros responsáveis ou vai continuar apoiando a política de lockdown”, disse o presidente.

“Vai ter escassez. O que é comum quando tem escassez? O preço sobe, tem inflação. Vão culpar quem? O Brasil está no limite”, afirmou Bolsonaro. “O pessoal fala que eu devo tomar providência. Estou aguardando o povo dar uma sinalização. Porque a fome, a miséria, o desemprego estão aí. Só não vê quem não quer. Ou quem não está na rua.”

Bolsonaro deu ênfase para a atual realidade econômica do país, ressaltando que se as medidas impostas de lockdown continuar, então o Brasil estará em uma situação cada vez mais crítica. O presidente também alertou ao STF sobre a situação que o país se encontra e afirmou que uma crise é iminente.

“Eu sempre estive na rua. Na última saída minha, eu estive em algumas comunidades aqui em Brasília, as pessoas me autorizaram a entrar na casa e eu pedi para mostrar a geladeira. Amigos do Supremo Tribunal Federal, daqui a pouco teremos uma crise enorme aqui”, comentou Bolsonaro.

E complementou: “Parece um barril de pólvora que está vindo aí. E tem gente de paletó e gravata que não quer enxergar isso aí. Acha que a vida é o serviço dele, em casa: home office. Paletó e gravata, com dinheiro na conta no final do mês, sem problema nenhum, e o povo que se exploda. Eu não tô ameaçando ninguém, mas tô achando que em breve teremos um problema sério no Brasil. Dá tempo de mudar ainda. É só parar de usar menos a caneta e um pouco mais o coração”, finalizou Bolsonaro.