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“CORONGA VÍRUS”: UM VÍRUS SELETIVO, OBEDIENTE E EDUCADO, UM PERFEITO CIDADÃO

"Coronga vírus": um vírus obdediente, o mesmo segue a risca os decretos dos governadores e prefeitos

18 novembro 2020 - 19h09Por Reinaldo Valverde Pereira

      Desde o início da pandemia coisas estranhas têm acontecido no Brasil, melhor dizendo o nosso sistema sobretudo os políticos têm agido de forma estranha, segundo eles suas ações são baseadas na ciência seguindo o conselho dos especialistas, os resultados na verdade têm mostrado que os estudiosos são “sientistas ispesialistas em siênsia”. O duplo padrão chegou a ser esdrúxulo em muitos casos e muitas medidas prejudicou mais do que ajudou de fato, já que se por um lado tentou-se resolver um problema por outro criou problemas ainda maiores. Como já dizia o provérbio popular: “Não se pode resolver um problema criando outro, porque dessa forma já não é mais um problema, agora são dois.” Um exemplo foi o prefeito de São Paulo Bruno Covas fez, ele um rodízio de carros par e ímpar, ou seja, em um dia rodava os carros com final de placas pares e no dia seguinte final de placas ímpares a ideia era diminuir a quantidade de veículos nas ruas e assim evitar as aglomerações, só que ele esqueceu que as pessoas poderiam se locomover de transporte público e nos dias citados o metrô e os ônibus superlotaram. No caso um carro com lotação máxima 05 pessoas foi considerado por Covas como aglomeração e na outra ponta um metrô com 1.500 pessoas não tem problema, foram muitas “ideias de jerico” neste período, mas essa foi talvez a mais bizarra, segundo os “ispesialistas”, o vírus é muito seletivo não frequenta transporte público (contém ironia).

      Vários lugares ainda agora em novembro mantem essas ideias ultrapassadas, testadas e reprovadas, mas os governantes continuam, insistem, parecem os defensores do comunismo que desde a Revolução Russa só promoveu fome, miséria, morte, ditaduras, mas alguns continuam a acreditar nas ideias marxistas e batem continência até hoje para seus ídolos, no caso o Fidel, Mao, Lênin e por aí vai. Alguns lugares ainda mantêm horários restritos para áreas de lazer como parques, praias, restaurantes e até circulação nas ruas o famoso toque de recolher. Traduzindo a loucura, o vírus só circula em horários pré-determinados, imagine que você está num restaurante e em determinado horário você é convidado a sair porque o horário acabou e o vírus está para chegar e se você ainda estiver no local ele te pega. O vírus é um cidadão honrado por isso ele obedece ao horário pré-estabelecido pelo decreto do governo.

       No último dia 15 de novembro aconteceram as eleições municipais e o que se viu por todo o Brasil foi um grande esquema de votação cuidadosamente pensado pelo TSE – Tribunal Superior Eleitoral e TRE – Tribunal Regional Eleitoral de cada Estado da federaçãoesaa votação foi atípica devido a “fraudemia”. Todas as pessoas envolvidas no trabalho receberam EPI – Equipamento de Proteção Individual que incluía máscaras e um protetor facial o qual deixou os mesários parecidos com astronautas nem parecia uma eleição, mas parecia uma viagem ao espaço. Junto aos cuidados com os cuidados para com os “servidores” da Justiça Eleitoral (leia-se escravos forçados e escravos voluntários), houve também cuidados com os eleitores os mesmos receberam muito álcool em gel nas mãos ao entrar e sair das seções e teve horário especial apara idosos que são pessoas do grupo de risco, cada um era obrigado a levar sua própria caneta e outros. Sabe porque teve todo esse resguardo para a votação? A resposta é muito simples, o maior contingente do exército “coronguiano” mora dentro das escolas, este local se tornou o maior reduto do “coronga vírus” do mundo, só para quem ainda não percebeu, até então as escolas é o único lugar ainda totalmente fechado em vários locais do Brasil, ou seja, o “coronga” é um grande estudioso, se tornando um vírus culto e educado. Enquanto isso um número significativo de escolas privadas já decretara sua falência gerando uma multidão de despregados, mas fazer o que né? O “exército coronga” invadiu e ocupou as escolas.

      O tal vírus chinês também só ataca em locais pré-estabelecidos, ele é um “cidadão de bem” e segue à risca as regras, por exemplo, dentro das escolas o vírus é mortal, mas nas campanhas e comemorações o mesmo se abstém, acho até que o mesmo deve ser “santo” e não gosta de festa profana. Após a apuração das eleições de ontem se multiplicaram por todo o Brasil as festas com paredões, um verdadeiro carnaval fora de época, mas tudo bem o “coronga” não estava presente.

      Em conversa com alguns comerciantes muitos estão receosos de um novo fechamento em massa do comércio para “salvar vidas” porque os rumores é que os governantes venham a tomar novas medidas restritivas porque segundo eles está vindo aí uma segunda onda, vale ressaltar que muitos desses governantes eram também candidatos e ignoraram todas as regras e promoveram as aglomerações à vontade durante toda a campanha e durante a comemoração da vitória , mas daqui a pouco esses mesmos vão aparecer na mídia na maior “cara de pau” para dizer fecha tudo, depois é só justificar dizendo que “é para o seu bem”.

      Isso é o que podemos chamar de “hipocrisia em estado bruto” na hora do interesse pessoal para se eleger o vírus não era tão perigoso assim, mas agora quer fechar a lojinha de “Seu Zé”, onde trabalha só ele, a esposa e um filho, eles dirão: “fecha, fecha, fecha e rápido senão o Sr. vai morrer seu Zé”, isso é o “fim da picada”. Só para lembrar os números de óbitos e casos do vírus chinês vem diminuindo substancialmente, mas números podem ser “ajeitados”, a grande mídia comprada só divulga aquilo que é devidamente autorizado e bem pago.

      A verdade é que os números da pandemia não são reais é muito difícil acreditar em estatísticas feitas a “toque de caixa” e com interesses escusos. Como dizia o ex-primeiro ministro inglês Disraeli: “Existem três tipos de mentira, a mentira, a mentira deslavada e a estatística” e porque também não recordar o comentarista político Caio Coppolla: “Torturados os números confessam qualquer coisa”.

      Só nos resta um sentimento de indignação com essa classe política egoísta e com esse sistema (favor incluir a OMS) podre que manipula as pessoas pensando só no seu prazer e lucro pessoal, deixa as pessoas confusas com orientações desencontradas e mentirosas, nas quais muitos têm morrido não do vírus chinês, mas de depressão, infarto, ansiedade e outros mazelas devido a essas loucuras travestidas de proteção, mas isso não é problema é só colocar tais mortes nas estatísticas da “fraudemia” e pedir mais dinheiro para combatê-la, “trocando em miúdos”, o “fraudemia” está dando lucro para muitos. E enquanto isso ninguém conhece de fato a personalidade e comportamentos do “coronga vírus”, mas de acordo com os governadores e prefeitos aconselhados por seus “ispesialistas” com base na “siênsia”, o mesmo é seletivo, obediente e educado, o cidadão dos sonhos de qualquer país ou nação, é claro que os governantes não verbalizam isso, mas as suas ações são dignas de tais conclusões.

 

Reinaldo Valverde Pereira, o professor Valverde detém os cursos de Licenciatura em História e Bacharel em Teologia, possui ainda formação profissionalizante em Comunicação Oral & Escrita e Jornalismo Digital e é autodidata em empreendedorismo. É estudante de pós-graduação em Educação Ambiental, Docência no Ensino Superior e Metodologias em Educação à Distância. É Entusiasta do Conservadorismo e do Liberalismo Econômico. Dispõe de uma vasta experiência em docência com passagens pelo ensino fundamental, médio e educação de jovens e adultos. Atuou como professor da Rede Privada de Salvador e atualmente é professor da Rede Estadual de Sergipe, além de escrever periódicos, sendo colunista de vários portais de notícias de todo o Brasil escrevendo sobre diversos temas.

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